Sexta-feira, 30 de agosto de 2013 - 06h17

Caos no trânsito

De A Tribuna On-line 

As manifestações organizadas pelas centrais sindicais da Baixada Santista prejudicam e interrompem o tráfego de veículos nas principais vias das cidades.As entidades informaram que os protestos vão paralisar também o comércio e as atividades dos trabalhadores em geral na região. Ao final da manhã, a mobilização termina com um ato unificado na Praça Mauá, em Santos, a partir das 12 horas. 

No início da manhã, por volta das 5 horas, a manifestação já bloqueava a Avenida Martins Fontes, em Santos, principal acesso à Via Anchieta.  A divisa com São Vicente, na praia, também já estava bloqueada. O único meio para  sair da cidade era pela travessia de balsa, que também acumula fila. 

Os sindicalistas advertem a população para que não saia de casa ''porque vai ficar presa no trânsito''. ''Apenas as ambulâncias e bombeiros terão passagem livre. A paralisação é o único jeito dos trabalhadores terem suas pautas aprovadas no Congresso Nacional'', aponta o comunicado.

O protesto acontece 49 dias após o dia de mobilização que paralisou pontos estratégicos da Baixada Santista. No dia 11 de julho, acessos importantes da região, como a divisa Santos/São Vicente, a entrada de Santos, Via Anchieta e Rodovia Cônego Domênico Rangoni foram alvo dos protestos, que começaram logo cedo e duraram sete horas.

Reivindicações

As centrais sindicais não aceitam a retirada de direitos proposta pelo Projeto de Lei nº 4.330, que amplia a terceirização dos trabalhadores. Segundo as entidades, a matéria ''precariza as condições de trabalho, diminuindo salários e aumentando as demissões''.

''Atualmente, terceirizados, como vigilantes de banco, fazem o mesmo serviço de quando eram funcionários registrados nas instituições financeiras, porém, recebem apenas 1/3 do salário e perderam direitos'', afirma o comunicado.

Os sindicatos querem, ainda, o fim do Fator Previdenciário; jornada de 40 horas semanais, sem redução de salário; reajuste para os aposentados; mais investimentos em Saúde Pública, Educação e Segurança Pública; transporte público de qualidade e o fim dos leilões do petróleo. 

''Nosso objetivo é mostrar que o "povo continua unido. A nossa posição é de que não aceitamos mais perder direitos e sermos tratados mal", afirmou.

Transportes

A Ecovias, concessionária do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), informou não saber, até agora, que alguma rodovia seria fechada. “Caso isso aconteça, equipes de tráfego, dependendo de onde for, tentarão montar um desvio. No caso da Anchieta, por exemplo, isso já não é possível”. A empresa adiantou que os usuários serão informados sobre a situação nas estradas pelo 0800-197878 e pelos painéis de mensagem variável.

Procurada, a Polícia Rodoviária informou que ''está sempre preparada para qualquer alteração na ordem pública. O policiamento será ostensivo e, se houver falta de ordem, a polícia tem seus meios de unidade especializada pra entrar em ação''.

A Dersa, que administra as travessias de balsas no Litoral Paulista, não estava informada sobre a paralisação. “Não comentamos sobre algo que ainda não aconteceu. Vamos aguardar. Caso tenha alguma coisa, vamos paralisar a travessia para a segurança dos usuários”.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de Santos disse que não recebeu qualquer comunicação oficial das centrais sindicais solicitando a interdição de vias públicas para a realização de manifestações nesta sexta-feira. Mesmo assim, segundo a empresa, um esquema especial foi montado para monitorar o trânsito e fazer as intervenções necessárias.

A Piracicabana, empresa de transporte coletivo que atende as cidades de Santos e São Vicente, entre outras, informou que "haverá circulação normal dos ônibus e itinerários. Nenhum ônibus deixará de atender a população".

A Prefeitura de São Vicente informa que não recebeu nenhum ofício notificando sobre qualquer manifestação e que a Secretaria Municipal de Transportes tem uma equipe de emergência para eventualidades.

Leia mais:- Manifestantes bloqueiam as principais vias de saída da Baixada Santista.

 

Quarta-feira, 28 de agosto de 2013 - 07h55

De A Tribuna On-line

Atualizado 8h15

Os motoristas que utilizam as estradas da região na manhã desta quarta-feira encontram lentidão apenas na Cônego Domênico Rangoni, do Km 251 ao Km 249, no acesso aos terminais da Ilha Barnabé. Segundo a Ecovias, que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, o tempo está encoberto e a visibilidade nos trechos de serra e planalto da Via Anchieta e da Rodovia dos Imigrantes está prejudicada pela neblina. 

A Pista Norte da Anchieta está bloqueada para obras, entre o km 40 e o km 55. A previsão é de que o trecho seja liberado para tráfego às 16h. A Operação em vigor é a 5x3, com a descida da Serra sendo feita pelas Pistas Sul da Rodovia dos Imigrantes e Via Anchieta. Para quem segue à capital, a única opção é a Pista Norte da Imigrantes. 

Balsas

Quem pretende fazer o trajeto Santos-Guarujá espera em média dez minutos para entrar em uma das sete balsas que estão em operação. Já os trajetos de Cananéia-Ilha Comprida e Guarujá-Bertioga operam com uma embarcação e o tempo de espera é de 25 minutos. Em São Sebastião e Ilhabela, motoristas esperam trinta minutos e o percurso é feito com três embarcações.

 

Leia mais:- Motorista enfrenta lentidão na Cônego Domênico Rangoni.

 

Atualizado às 8h30

O fluxo de carros e o mau tempo causam lentidão em alguns pontos das pistas no Sistema Anchieta-Imigrantes nesta manhã. Quem chega a Santos, pela Via Anchieta, encontra lentidão do Km 64 ao 65. Já em direção à capital, há morosidade na Cônego Domênico Rangoni, do Km 270 ao Km 268.

Segundo a Ecovias, a neblina no topo da serra prejudica a visibilidade dos motoristas, e como medida de segurança foi implantada a Operação Comboio a partir da praça de pedágio da Anchieta. A interligação também foi fechada pela baixa visibilidade.

A Operação em vigor é a 5x5, com a descida da Serra sendo feita pelas Pistas Sul da Rodovia dos Imigrantes e Via Anchieta. Para quem segue para a capital, a subida acontece pelas Pistas Norte. 

Fonte: Site Jornal A Tribuna, http://www.atribuna.com.br, acessado em: 05/08/13.

Leia mais:- Motorista enfrenta lentidão no Sistema Anchieta Imigrantes nesta manhã.

 
De A Tribuna On-line

22 de Agosto - Atualizada às 8h36

Os motoristas que utilizam as estradas da região na manhã desta quinta-feira encontram tráfego lento na Rodovia Cônego Domênico Rangoni, no sentido Guarujá, do Km 270 ao Km 262. O motivo é o excesso de veículos. No sentido Cubatão/São Paulo, a via está congestionada entre o Km 266 e o Km 270,  pelo mesmo motivo

Também é encontrada morosidade na Via Anchieta, na chegada a São Paulo, na região de planalto, do Km 20 ao 18, e na chegada ao viaduto Casqueiro, do Km 59 ao 60.  Segundo a Ecovias, que administra o Sistema Anchieta Imigrantes, o tempo está encoberto e a visibilidade boa. 

A Operação em vigor é a 5x5, com a descida da Serra sendo feita pelas Pistas Sul da Rodovia dos Imigrantes e Via Anchieta. Para quem segue à capital, as opções são as Pistas Norte. 

Balsas

Quem pretende fazer o trajeto Santos-Guarujá espera em média dez minutos para entrar em uma das sete balsas que estão em operação. Já os trajetos de Cananéia-Ilha Comprida e Guarujá-Bertioga operam com uma embarcação e o tempo de espera é de 25 minutos. Em São Sebastião e Ilhabela, motoristas esperam trinta minutos e o percurso é feito com duas embarcações.

Leia mais:- Cônego Domênico Rangoni tem tráfego lento no sentido Guarujá.

 

O governo federal vai buscar formas de reduzir o impacto do reajuste dos pedágios, que deve começar a ser aplicado no próximo mês nas rodovias federais. Segundo o ministro dos Transportes, César Borges, uma das alternativas é retirar a taxa de fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para que, mesmo com a aplicação do reajuste previsto em contrato, o preço não suba para o usuário.

De acordo com Borges, no caso das concessões da Via Dutra e da Ponte Rio-Niterói, praticamente não haverá impacto. “Estamos trabalhando para reduzir o máximo o impacto. Nos dois casos, praticamente não vai ter impacto nenhum”, disse. Nas revisões tarifárias, que ocorrem a cada cinco anos, a ANTT também poderá reduzir o valor cobrado dos usuários.

O ministro garantiu que o governo vai cumprir todas as cláusulas contratuais previstas nas concessões de rodovias federais. “Ninguém poderá alegar que os contratos não foram cumpridos”, disse ele, garantindo que as obras de melhoria já previstas no contrato serão mantidas.

Fonte: Site Jornal A Tribuna, http://www.atribuna.com.br, acessado em: 01/09/13.

Leia mais:- Governo confirma aumento de pedágio nas rodovias federais.

 
www.vozvodimdom.com