Previsão é baseada em estudo realizado pelo Decope.

O Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC& Logística-Decope acaba de realizar um estudo sobre o impacto no valor do frete por conta dos reajustes nos preços do combustível -  5,4% no valor do diesel e 6,6% no da gasolina.

A análise foi feita a partir de um caminhão pesado de cinco eixos, cujo combustível representa 30% de seu  custo operacional. “A previsão é de que o frete tenha um aumento médio de 1,52%, mas pode ser que este aumento varie, para mais ou para menos, em função da quilometragem rodada pelo veículo.”, afirma o diretor técnico da NTC&Logística, Neuto Gonçalves dos Reis.

Ainda de acordo com o estudo, o custo do frete de um caminhão pesado poderá sofrer um impacto de 0,53% quando o trajeto for de 50km, 1,52% em um trajeto médio de 800km e 1,70% quando o trajeto for muito longo. Deve-se levar em consideração que estes valores foram baseados em carga lotação e dependendo da operação, a representatividade do combustível varia de 15% a 50%. Por exemplo, em operações urbanas ou rotas curtas o combustível pode representar entre 15 e 20%.  Já em uma operação rodoviária, por exemplo do agronegócio, onde são utilizados veículos pesados que percorrem grandes distâncias o peso do combustível pode subir para 40% ou mais. Reis destaca ainda que o resultado do estudo é apenas uma previsão.

Fonte: Portal O Carreteiro, http://www.ocarreteiro.com.br, acessado em 01/02/13.

 

Leia mais:- Frete poderá sofrer impacto de 1,2% devido reajuste no preço do combustível.

 

No dia 21 de Janeiro de 2013 a empresa Transportes Rodoviários AJR recebeu uma homenagem do cliente Elekeiroz como destaque da CIPA 2012 como acidente zero. Esse gesto comprova que a empresa AJR está no caminho certo.

Recebemos esta homenagem com muito entusiasmo e a certeza de que continuaremos nos esforçando em melhorias nos diversos setores.

Padronização do sistema de rastreamento com a inclusão da telemetria já é realidade nas empresas de transporte do grupo AJR.

 

“Agradeço a equipe pela atenção, e parabenizo-os pela gratificação da Elekeiroz no reconhecimento da transportadora e pela competência em ter um ano sem acidentes. Continuem sempre assim!” - Alex S. Ribeiro, Aux. Administrativo/Logística Elekeiroz.

Leia mais:- Transportes Rodoviários AJR é destaque em Segurança.

 

O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou para uma alta de 0,66% em dezembro, ante elevação de 0,25% em novembro, encerrando 2012 com avanço acumulado de 8,10%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta segunda-feira, 07.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) registrou inflação de 0,74%, após apresentar alta em novembro de 0,16%. O índice calcula as variações de preços de bens agropecuários e industriais nas transações em nível de produtor e responde por 60 % do IGP-DI.

O destaque foi a aceleração dos preços do feijão em grão para uma alta de 10,18%, ante 0,59% em novembro

Segundo a FGV, em relação à origem dos produtos, houve alta de 1,27% entre os produtos agropecuários em dezembro, ante avanço de 0,48% em novembro. Já os produtos industriais registraram variação positiva de 0,53%, contra 0,04% no mês anterior.

Sobre os estágios de produção, o índice relativo a Bens Finais apresentou variação positiva de 0,88 % em dezembro, ante queda de 0,05% no mês anterior. O índice do grupo Bens Intermediários acelerou a alta para 0,59%, ante 0,21% em novembro.

Já em Matérias-Primas Brutas foi registrada alta de 0,78%, ante avanço de 0,34% em novembro.

Varejo

Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), registrou alta de 0,66%, ante avanço de 0,45% em novembro. O índice mede a evolução dos preços às famílias com renda entre um e 30 salários mínimos mensais e corresponde a 30% do IGP-DI.

Quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição para este movimento foi do grupo Alimentação, que acelerou a alta para 1,26 % em dezembro ante 0,53% no mês anterior.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI) desacelerou para um avanço de 0,16% em dezembro, após alta de 0,33% em novembro. O índice representa 10% do IGP-DI.

O item Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação positiva de 0,19%, ante 0,25% em novembro. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 0,13%, abaixo dos 0,41% em novembro.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais, sendo o indexador das dívidas dos Estados com a União. O índice também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

Os preços no atacado chegarem a registrar deflação em 2012, mas voltaram a subir no final do ano passado, ao mesmo tempo em que houve aceleração nos índices de varejo.

Na semana passada, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta de 0,66% na quarta quadrissemana de dezembro, acelerando em relação ao fechamento de novembro.

Fonte: Reuters - Diário do Comércio, http://www.dcomercio.com.br, acessado em: 08/01/13.

Leia mais:- IGP-DI acumula alta de 8,10% em 2012, diz FGV.

 

 

A velocidade com que a tecnologia chegou aos caminhões mudou rápido a rotina dos carreteiros e promete trazer ainda muitas novidades para os veículos pesados. Porém, o profissional que não estiver atento às novas tendências corre o risco de ficar sem carga.

Edmilson de Souza.

 

Fugir não adianta, afinal, a tecnologia está presente no dia-a-dia de todos os profissionais, inclusive dos carreteiros. O computador invadiu as cabines dos caminhões, na sua maioria produzidos hoje com motores eletrônicos. Com eles vieram a checagem de falhas, rastreadores mais uma série de facilidades para o motorista que, segundo alguns especialistas, em poucos anos irá transportar um escritório dentro de seu caminhão, além de sua carga. Por isso, estar atento e se manter atualizado é, na prática, obrigatório para quem quiser continuar na briga por uma carga e um bom frete. 

“Tudo começou com a chegada dos propulsores eletrônicos e acredito que daqui a 5 ou 10 anos, a cabine se transforme em escritório e casa. Com a Internet o carreteiro precisará conhecer programas como o Windows. Aqui na Mercedes, ensinamos o motorista a perder o medo do teclado do computador. Já é preciso interagir com o painel”, explica Marcos José Fidelis, coordenador de treinamento técnico de veículos comerciais, da Mercedes-Benz. 

Atualmente, o motorista está em processo de mudança. Nos caminhões eletrônicos, aquela inspeção diária, como nível de óleo do motor, óleo lubrificante, nível de água é realizada pelo painel, digitando algumas teclas. O exercício de descer do veículo, levantar a tampa do motor e puxar a vareta, foi praticamente extinto.

“Conduzir o caminhão agora é operar com técnica e trazer rentabilidade. No futuro, o carreteiro será chamado de técnico de operação, ou seja, não se pode deixar a tecnologia correr mais do que você, tem que acompanhá-la. No passado as transportadoras não ligavam muito para cursos. Como as montadoras praticamente tinham lançamentos de novos produtos a cada dez anos, sem muita tecnologia, isso não importava. Com o motor eletrônico, a informática e os preços altos dos veículos é preciso ter mais rentabilidade. Assim, os cursos começaram a ter outra importância para a economia de combustíveis, pneus e manutenção”, conclui Fidelis.

Cursos que até as empresas de rastreamento lecionam aos motoristas. “Treinamos os carreteiros praticamente em um dia, para saber mexer com nosso equipamento. Ele tem um teclado parecido com o do computador, pelo qual se corresponde com a sua base”, diz Rodrigo Costa, diretor de marketing da Autotrac, empresa que desde de 1994 opera no mercado de rastreamento. “Como também oferecemos produtos para o estradeiro autônomo, no pacote há um serviço, que na entrega de uma carga ele pode ser acionado pelo seu equipamento, dentro da sua cabine, para outro carregamento, tal a importância da informática”, avisa. 

Em relação aos rastreadores, Rodrigo acredita que o condutor não terá muitos problemas com a informática, porque na realidade, quem cuida do sistema é a transportadora, que vai seguí-lo. “Mas, no futuro, dentro do seu caminhão, ele terá a Internet, onde vai puxar programas novos que a transportadora utilizará”, calcula. 

No presente, parece que a informática está andando devagar. Mas ela está correndo por baixo na área do segmento do carreteiro. “No funcionamento dos nossos caminhões eletrônicos, basta uma orientação ao motorista, sem a necessidade de treinamentos específicos em informática. No entanto, mais para a frente, os veículos serão verdadeiras unidades de negócios interagindo com o mundo via satélites”. Aí sim os profissionais precisarão de treinamentos específicos, aponta Eduardo R. Lazaro, Powertrain Engineering Supervisor, da Volkswagen Caminhões.

Nas transportadoras a situação não é muito diferente. “Nossos motoristas recebem parte de suas coletas nas cidades, diretamente em seus telefones Nextel. Além disso ao retornarem no final do dia para a empresa, utilizam nas plataformas de descarregamento, os terminais de computadores, para a identificação das mercadorias com o seu código de barras. A velha e conhecida denominação de caminhoneiro começa a dar lugar a uma nova categoria de profissional, onde o motorista se inicia em conhecimentos diferenciados de tecnologia alternativas que vem sendo desenvolvidas”, informa Ariovaldo Minhoto, superintendente operacional, da Transportadora Braspress.

Entre os profissionais há opiniões divergentes. Alguns já sentem as mudanças e outros nem tanto. Otavio Felzmann, de São Leopoldo/RS, que pilota um FH 12, de motor eletrônico, ano 2004, como empregado, teve que fazer um curso de dois dias para entender o novo veículo. Carreteiro há 32 anos, ele acredita que fora este tipo de curso, ainda não é preciso aprender informática.

Valdenir Antonio Pellenz, outro empregado, morador de Canoas/RS, dirige também um FH 12, só que ano 99, com propulsor semi-eletrônico. Mais antenado na tecnologia e com 15 anos de profissão, já vê outros tempos. Para ele o autônomo tem sim que saber sobre computadores, pois para conseguir cargas é preciso saber utilizar a Internet.

“Acredito que no futuro vou ter que mexer com a informática e isso não vai demorar muito”, prevê Silmar Camargo de Lima, de Giruá/RS, que conduz um Scania Millenium, ano 2001. Com 30 anos de idade e apenas 12 de profissão se ressente até pela morte anunciada daquela manutenção caseira do carreteiro. “Antes, nos motores mecânicos, eu mesmo arrumava os pequenos problemas. Com os eletrônicos, não. Tenho que correr às concessionárias”, avalia Silmar.

Completamente avesso a idéia de que a informática possa entrar totalmente na vida do motorista, está o carreteiro Edson Alves de Carvalho, 39 anos, dono de um FH 12, ano 97, de Itapecerica da Serra/SP. “Ninguém exige da gente o uso de computadores. E nunca exigirá. Na Internet só têm cargas ruins, que ninguém quer. O carreteiro será apenas o motorista que sempre foi. Aliás, troquei o meu caminhão, não por causa do motor eletrônico, e sim pela cabine frontal, que o mercado está exigindo por ter maior capacidade de carga”, finaliza.

Fonte: Site da Revista O Carreteiro, http://www.revistaocarreteiro.com.br, acessado em 21/01/13.

Leia mais:- Sem medo do caminhão inteligente.

 

Este ano o bom velhinho já chegou ao Auto Posto São Jorge de Cubatão!

É a mais nova criação do Nelsinho da Pirart para a iniciativa do "Grafite é Arte".

Com a imagem do Papai Noel, o Grupo AJR celebra as festas de final de ano, desejando a todos os seus clientes e funcionários um ótimo natal e um 2013 repleto de realizações.

 

Quem quiser conferir de perto esta convidado a comparecer á Rua Dr. Fernando Costa, 326 (esquina com a Av. Henry Borden).

Leia mais:- Feliz Natal e Próspero Ano Novo.

 
www.vozvodimdom.com